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O QUE É O AMAZONIA AGORA?


É a principal plataforma de ações para a redução sustentada de desmatamento no Pará.

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EIXOS E PRINCIPAIS INSTRUMENTOS


A concepção do componente Comando & Controle (C&C) dentro do PLANO ESTADUAL AMAZÔNIA AGORA centra o foco na compreensão, a partir da própria experiência do Pará nos últimos 25 anos, de que a perda de florestas e de biodiversidade é um problema de variáveis complexas, contra o qual apenas uma atuação estatal consistente e um arranjo racional eficiente com a Sociedade Civil e o Setor Empresarial podem reverter.
Promover a regularização nas dimensões fundiária e ambiental de imóveis e atividades rurais constitui-se um dos maiores objetivos do PLANO ESTADUAL AMAZÔNIA AGORA, cujas premissas se baseiam no reconhecimento da importância que reduzir os índices de desmatamento e de perda da biodiversidade – além de ações de Comando & Controle, fortalecimento das instituições, financiamento, e aumento da produtividade nos imóveis rurais – depende de avanços na implantação de um sistema de regularização ambiental e fundiária efetivo, acessível a pequenos, médios e grandes produtores rurais, com geração de subsídios ao planejamento, regulação e controle das atividades econômicas, além da geração de um ambiente seguro para investimentos.
Ciente de que os desafios que envolvem a conciliação entre conservação ambiental, desenvolvimento econômico responsável e justiça social são complexos, e por isso demandam engajamento, senso de inovação e uma nova consciência sobre o território e seus recursos naturais, o Governo do Pará apresenta o Fundo da Amazônia Oriental (FAO), estratégia de financiamento ambiental pautada em colaborações privadas em prol do fortalecimento das políticas públicas e das iniciativas sociais focadas em meio ambiente e desenvolvimento, no Pará.
Para viabilizar o desenvolvimento socioeconômico no Estado, segundo pilar do Programa Amazônia Agora, um dos instrumentos é a Política de Atuação Integrada de Territórios Sustentáveis instituída pelo Decreto Estadual no 344, de 10 de outubro de 2019 como instrumento de contribuição para os compromissos globais de desenvolvimento sustentável, as Contribuições Nacionais Determinadas (NDCs) e de alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em âmbito estadual.

A concepção do componente Comando & Controle (C&C) dentro do PLANO ESTADUAL AMAZÔNIA AGORA centra o foco na compreensão, a partir da própria experiência do Pará nos últimos 25 anos, de que a perda de florestas e de biodiversidade é um problema de variáveis complexas, contra o qual apenas uma atuação estatal consistente e um arranjo racional eficiente com a Sociedade Civil e o Setor Empresarial podem reverter.

Promover a regularização nas dimensões fundiária e ambiental de imóveis e atividades rurais constitui-se um dos maiores objetivos do PLANO ESTADUAL AMAZÔNIA AGORA, cujas premissas se baseiam no reconhecimento da importância que reduzir os índices de desmatamento e de perda da biodiversidade – além de ações de Comando & Controle, fortalecimento das instituições, financiamento, e aumento da produtividade nos imóveis rurais – depende de avanços na implantação de um sistema de regularização ambiental e fundiária efetivo, acessível a pequenos, médios e grandes produtores rurais, com geração de subsídios ao planejamento, regulação e controle das atividades econômicas, além da geração de um ambiente seguro para investimentos.

Para viabilizar o desenvolvimento socioeconômico no Estado, segundo pilar do Programa Amazônia Agora, um dos instrumentos é a Política de Atuação Integrada de Territórios Sustentáveis instituída pelo Decreto Estadual no 344, de 10 de outubro de 2019 como instrumento de contribuição para os compromissos globais de desenvolvimento sustentável, as Contribuições Nacionais Determinadas (NDCs) e de alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável em âmbito estadual.

Ciente de que os desafios que envolvem a conciliação entre conservação ambiental, desenvolvimento econômico responsável e justiça social são complexos, e por isso demandam engajamento, senso de inovação e uma nova consciência sobre o território e seus recursos naturais, o Governo do Pará apresenta o Fundo da Amazônia Oriental (FAO), estratégia de financiamento ambiental pautada em colaborações privadas em prol do fortalecimento das políticas públicas e das iniciativas sociais focadas em meio ambiente e desenvolvimento, no Pará.

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